
O
HABITANTE DO VALE DO RIO DOS SINOS E SUA UNIVERSALIDADE
Estamos
na pré-história do homem no universo. O indivíduo
anseia pelo autoconhecimento, pela identificação de sua
realidade come parte da aldeia global, para que o ritualismo e o mítico
criem, não uma nova ordem econômica, mas uma nova ordem "religiosa".
Assim, o Rio Grande do Sul apresenta, em termos culturais, de um lado
o gaúcho pilchado, com seu sotaque, suas roupas, suas musicas
e suas comidas características, amplamente explorado plástica
e culturalmente. De outro lado, temos os brasileiros descendentes de
italianos, alemães e japoneses, igualmente com sotaque, roupas,
músicas e comidas caracteristicas, só que ainda não
explorados plástica e culturalmente. A realidade do habitante
de minha aldeia, o Vale do Rio dos Sinos, em situações
de colônia, êxodo, cidade e origens, compõe a temática
do meu trabalho, principalmente depois da Segunda Guerra Mundial, ou
seja, do inicio da industrialização até os dias
atuais. Situações de:
1- Colônia: semeaduras, plantios, colheitas, comidas típicas, diversão,
jogos infantis, profissões da fase artesanal, etc.
2 - Exodo: chegada na cidade, perda de identidade, mudanças, tendas, mocas
do interior, etc. Globalização principalmente.
3 - Cidade: Ritzeletas, rebarbas urbanas, cuzinhos-doce ou omislo, chicken-power;
retalhos, dança dos espantalhos, caixinhas mágicas, lixo, idolatria,
abobrinhas, bandeirinhas, etc.
4 - Origens: ainda em estudos, seria o sentimento de ser estranho na casa dos
avos e a relação entre o Primeiro e Terceiro Mundo, etc. (Por exemplo:
Retalhos).